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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Resenha do conto "O Jantar" de Clarice Lispector

    O Conto " O Jantar" foi escrito em 1943 e foi publicado em outubro de 1946 no jornal " A manhã".Depois disso foi também publicado no livro "Laços de família".
     A história do conto se passa em um restaurante.Neste o narrador observa o jantar de um homen que,apesar de sua idade,tem o vigor e porte fisico quase monstruoso.
      O Texto foi escrito em 1ª pessoa,com uma linguagem bem específica de Clarice,com trechos com fluxo de consciência sem a imediação da marcação de "incio,meio e fim".
     Durante esse jantar o narrador observa o grande homem.Esse com boa aparência e,apesar de seus gestos rudes,parecendo bem colocado na vida.
      O narrador percebe que o homem corpulento parece estar incomodado com algo.Esse homem tenta,contudo,continuar com seu jantar de tal forma que ningúem percebe na realidade o que esta se passando como ele,exeto o narrador da história.
      No final do conto percebe-se certa empatia do narrador em relação ao grande homem corpulento, que apesar de certo modo monstruoso,parece estar sofrendo,quase desmoronando por dentro.
     O texto monstra como uma pessoa pode ter dois lados.Se eu visse um homem angustiado com algo refereanta a "assuntos do coração".Porém isso acontece.
    Clarice deixa claro o seu estilo,a forma como ela constrói essa narrativa,fazendo-nos pensar no que aflinge o grande homem.Ela o aproxima as lamentações dele ás nossas,deixando-o mais próximos de nós
     Essa obra,como a maioria das obras de Clarice,é profunda e psicológica.Os textos de Clarice não são fáceis mais trazem uma visão socióloga profundo.De certo modo selvagem.Clarice é selvagem.
   Clarice nasceu na Ucrânia mais se nacionalizou no Brasil,mais precisamente em Recife.Ela sempre dizia que fez da língua portuguesa a sua vida interior,o seu pensamento mais íntimo;ela usou a língua para palavras de amor.

Resenha de:Claudia Klein,Caroline Carvalho e Raquel Correa
Turma:3002
C.E.C.M.M

Resenha-A menor Mulher do Mundo(Fausto,Miguel,Henrrique)

      Todos já paramos para pensar em quanto hipocritas nos somos,o quanto perdemos a capacidade de nos refletir em outro ser humano e como temos trados nossos iguais como se fossem marionetes por tanto que as cordas não consigam alcançar aquela pessoa nos ainda assim a tratamos como um mero objeto,como se o mundo girasse apénas em torno de nossos próprios Eus.
     O conto "A menor mulher do mundo" de Clarice Lispector nos joga na cara como se fosse um tomate podre o fato de desejarmos  ter o controle do diferente daquilo que não se parece com o nosso Eu.Apesar de nas entranhas de nossas almas nós sabermos que cada ser humano é um universo unico de sentimentos e personaliadades,temos o desejo de tratar o que consideramos diferente como se fosse um objeto.
   Este Conto gira entorno de um explorador que se aventura nas profundezas do Congo em busca de uma tribo de Pigmeus,não sodisfeito procura uma tribo que seriam os Pigmeus dos Pigmeus após encontrar estes ele ainda não sodisfeito procura o menor entre aqueles Pigmeus, e então ele se encontra com uma mulher cuja media cerca de 45 centímetros ele a nomeu de Pequena flor e a tratou como se fosse sua maior descoberta Cientifica como se fosse o bjeto que marcaria o apse de sua carreira.Ao publicar essa matéria no jornal.Agora o ponto de vista passa ao Público mostrando a reação das pessoas ao se depararam com aquela descoberta.As pessoas reagiram de forma diferente mas com o mesmo sentimento.O sentimento de Desenpatia que é quando um humano não consegue indentificarse no outro por conta de suas diferenças.A parte em que sentimos meso que somos nós também parte daquele tipo de sentimento é quando Clarice associa a Pigmeu com o Cadaver que as crianças em um certo orfanato guardavam como se fosse uma boneca.
        A menor mulher do mundo reflete intensamente o estilo de Clarice,que é nos fazer identificar com a sombra mais obscura de nossa personalidade,que espreita em nossa mente que se alimenta de nossa compaixão nos levando em direção ao Limbo,a total obliteração de nossa personalidade e de nosso ser,é quando nos tornamos bonecos e permitimos que sejamos envolvidos por inumeras  cordas,mas que são controladas por ninguem.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Trabalho Rachel de Queiroz Miguel

Rachel de Queiroz, nasceu em Fortaleza em novembro de 1910. Rachel retorna à fazenda dos pais, em Quixadá. Dedica-se inteiramente à leitura, orientada por sua mãe, sempre atualizada com lançamento nacionais e estrangeiros, em especial os franceses. O constante ler estimula os primeiros escritos. Envergonhada, não mostrava seus textos a ninguém. 
Principal Obra O quinze publicado em 1930 que retrata a vida miserável de um vaqueiro e sua família falando também da seca de 1915 e outra parte enfoca a relação afetiva de Vicente , rude proprietário e criador de gado, e Conceição, sua prima culta e professora.
Embora sua escrita tenha renovado a ficção regionalista que em sua obra harmoniza o social e o psicológico no drama dos retirantes.
O fato de não ser um livro muito cansativo com linguagens complicadas torna o livro mais interessante de se ler, e por ser um tema mais antigo que não é muito falado, não caímos nas mesmices dos temas passageiros.
Assim como seus outros livros, cronicas, etc. Seus escritos são de uma precisão impresindivel.
    

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Redação (Fausto)

                                                 A Caminho do Inverno     
        Se pararmos para pensar nosso tempo util está cada vez mais curto está cada vez mais curto.Se pensarmos mais ainda vamos notar que o tempo sempre foi o mesmo o mundo sempre teve vinte e quatro horas o que mudou foi apenas como aproveitamos este tempo.A tempos  não pensamos mais no proximo e muito menos têr ciência de nossas ações a longo prazo,pois ou estamos preocupados apénas com nos mesmos ou nos tornamos seres totalmente hipocritas mas acabamos de nos tornar a mistura mortal dos dois.a Humanidade está caminhando para a forca vendada,não vendo a morte a sua frente mas sabe que esta nesse rumo pela plateia alvoroçada esperando por este espetaculo pois o ser humano antes de tudo é um ser social.
      O mundo está se tornando um lugar fri pois não é dificil alguem ajudar o proximo se estemesmo não quer ajuda,este inverno de autocracia e dignição parou o coração da humanidade.Estamos pensando apenas no agora pois quando vemos uma criança jogada as margens da rua e seu proprio destino pedindo esmola nos não pensamos que podemos atrevez de de um ati que um dia ela podera estar na escola e em uma casa mas sim pensamos que gastara nosso tempo e recursos e que nada mudara a realidade.
     Estamos entre a cruz e a espada ,temos que tomar constantemente escolhas entre perder e perder muito.Mas até aonde temos que parar de nos ajudar e dar a mão ao proximo.Isso tem que vir de cada um só a partir de nossa atitude por mais pequena que seja em algum tempo ela refletira como a luz no fim do tunel mas se não tomarmos cuidado esta luz pode ser um trem na contra-mão.

domingo, 4 de setembro de 2011

Regin of Void


Parte 1-Universo Mundano
            Diário de bordo dia cinco mês 6 ano 315 A.E.W.  Aqui é o Capitão Skarf a bordo da USS Roberta estamos em uma misão.......
            --JASON SKARF!!Por que não desentope o banheiro!?E o que esta  fazendo com meu gravador,seu porco do espaço?!
            --S..S...Si..Sim capitão!Por vavor me desculpe estava tirando uma folga!!
            --Você veio a bordo desta traineira de ferro velho para desentupir privadas não para brincar de capitão!Agora para o serviço!!
Bem se é o que esta pensando é verdade.Não sou capitão,não tenho nave e muito menos dinheiro.Apos minha colônia ser destruída no maior ataque pirata  a um planeta da Historia fui parar em um orfanato,fugi de la após 3 anos afinal eu descobri por que as crianças la ficavam doentes muito frequentemente.Foi motivo suficiente para entrar no compartimento de lixo de uma nave de carga e eu fui parar na gigantesca estação espacial Valhalla 2 .Ate então eu tenho vivido de favores preso neste planetoide de metal.Finalmente quando cheguei aos 20 anos depois de realizar mais um de meus favores conheci o Capitão Johnes.Ele é um pobre velho que desde que se entende por gente vem espreitando antigos campos de batalha no espaço vendendo o ferro velho de naves que antigamente já foram imponentes cruzadores de batalha.A quantidade de dinheiro por viagem era alta mas manter uma nave,tripulação é caro ainda mais quando se gasta todo o lucro em jogo,mulheres e bebidas mas pelo menos o velho Johnes estava vivendo ao contrario de min.
            Uma Traineira de ferro velho não é o lugar mais agradável para se ficar o interior é composto todo por metal enferrujado o casco da nave é reforçado com placas de metal de reentrada muito utilizadas em DroopShips mas estas placas tem que ser trocadas a cada 2 reentradas e o que cobria nossa nave havia passado por 30.Cerca de 75% do interior da USS ROBERTA era destinado para o ferro-velho coletado,isso deixava um espaço pequeno demais para a tripulação composta por um capitão bêbado e rabugento,um piloto sem um olho sendo que o único que ele tem é uma prótese mecânica e que ele vive resmungando que o mundo esta girando temos também um técnico em necropsia pela lei toda tripulação de naves não combatentes com espaço de 3 tripulantes para cima,a lei da união espacial esige pelo menos um medico abordo mas nosso capitão faz juízo a sua fama de pão duro.Como médicos são caros ele contratou um técnico em necropsias contamos também com a ajuda do braço direito do Capitão ele se chama Mr.Sander ele cuida da manutenção mecânica e eletrônica da nave ele diz que trabalhou como engenheiro sênior em um Destróier da frota espacial da união espacial mas ate eu desconfio disto  e por fim por menos importante temos eu o mascote da nave e mordomo,eu não sirvo para nada e muito menos para lixo eu so tiro a ferrugem de lugares Hiper Oxigenados que me da uma dor de cabeça do cão e eu cuido da faxina deste ferro velho voador,acho que não comentei que o Capitão batizou a nave de ROBERTA,bem Roberta foi uma prostituta que roubou muita coisa do Capitão e então ele batizou se ganha pão com o nome dela para dar azar  pois ele sempre diz que ninguém abordo desta nave é digno de sorte.Agora estamos chegando perto do cemitério para iniciar a coleta.O que me intriga é que a cada viagem encontramos alguma surpresa....

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Regin Of Void

Preludio-Tão humano......
“Mesmo que eu vague pelos confins mais obscuros do espaço não temerei mal algum pois a gloria eterna estará comigo!”


Com todas as guerras,todo o sofrimento e com todo o sangue que existia nos tempos que eu ainda era garoto.Apesar disso tudo ao olhar para o ceu a noite por os olhos nas estrelas e perceber minha insignificância comparada a imensidão suprema do universo e o desejo de velejar neste lago negro repleto de perolas brilhantes me fasia esquecer que meu mundo estava morrendo Perdi minha família em um ato de amor e sacrifício,os passes de evacuação eram caros demais para nos três olhando para traz via meu mundo,meu lar entrando em colapso mas quando corri para a cabine da nave de evacuação e fiquei paralisado pelo infinito numero de estrelas que haviam a minha frente,quantos infinitos mundo esperando para serem explorados.Mas todo sonho deve acabar e minha historia e de muitos outros só se da inicio quando minha vida começa a chegar ao seu fim.

Continua em breve.......

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Storm Hammer Institute (Fausto Maiandi)

Apenas um sonho dantesco





--Pai,Me conte uma historia


--Filho estou muito cansado amnha
eu prometo te levar ao parque que tal?


--a Pai....sabe que tenho
pesadelos,se eu não ouvir uma historia
antes de dormir.


--Tudo bem filho vá pegar seu
livro de Historias


--Não pai eu quero ouvir uma
HISTORIA DE VERDADE!!


--Tudo bem filho....Quando eu era
apenas um garoto alguns anos mais velho que você eu morava em um reino muito
distante daqui,governado pelos 3 grandes animais anciãos.Como nunca conheci
seus avós nunca tive família então la me acolheram e fiz muitos amigos que
partilhavam da mesma situação tudo ficou fantástico quando me disseram que eu
era um tipo de super herói foi então que comecei a bater nos monstros e pessoas más para o bem
do mundo mas então papai teve que ir embora e era um inverno muito frio eu
estava em uma floresta próximo ao pólo norte perto do papai noel quando fui
cercado por quatro cavalheiros vindo do norte,sul,leste e oeste eles queriam
que voltasse para o Instituto mas eu não queria pois queria ser livre então eu
fugi para ca por muitos anos bati em monstros que fossem maus com as pessoas
ate que conheci sua mãe e tivemos você meu filho.Agora vá dormir.


--Haha pai eu já tenho 11 anos eu
não acredito em papai noel e eu sei que você não é um super-herói se não eu
seria um não é?


--as coisas não funcionam bem
assim filho durma bem.


O pai se retira do quarto de seu
filho e espera que elesnunca o encontrem.Uma hora se passa o
silencio da noite é quebrado com o som e vidro estilhaçado e um forte estrondo
vindo da sala o silencio reina novamente e então um homen alto entra no quarto
do garoto e não diz nada apenas o imobiliza e o leva para iniciar outra
vida,uma vida de medo,traições,morte e ilusões assim como todo bom super-herói.





Prelúdio para o medo






Em um mundo não tão diferente do
nosso mas suficientemente fantástico para nos fazer sonhar,amar e poder viver
eternamente a paixão pela aventura.Neste mundo á um Instituto diferente,com pessoas
diferentes vivendo diferentes aventuras rumando para o abismo mais profundo e
obscuro de suas almas passando pelas trilhas mais traiçoeiras e convivendo com
os mais sujos tipos de companhia.


Em The StormHammer Institutevivencie
aventuras e desventuras na pele de indivíduos que perderam na grande roleta
russa da vida e foram dotados com habildades fantásticas.A sociedade não os
quer pelo contrario os desprezam e resolveram esquecer deles mas á um lugar em um Reinodistante aonde este tipos são acolhidos (recolhidos)
e educados
(treinados) para poderem servir a sociedade (contratados) para o bem maior de
todos
(dinheiro).